Dois jogos já foram lançados e a espera pela conclusão da trilogia de Final Fantasy VII Remake continua. Trata-se de um dos projetos de remake mais ambiciosos da história dos videogames, algo que dificilmente veremos novamente nesse nível de escala, orçamento e reinterpretação narrativa.
Enquanto novidades realmente grandes ainda devem demorar, a Square Enix trouxe informações importantes que ajudam a entender o futuro da Parte 3 — especialmente sobre um tema que sempre gera discussão: DLC.
Square Enix descarta DLC para acelerar a Parte 3
Uma das dúvidas mais recorrentes entre os fãs era se Final Fantasy VII Rebirth receberia uma DLC, assim como aconteceu com Intermission, focada na Yuffie, no primeiro jogo.
Segundo declarações recentes de Naoki Hamaguchi, a resposta é clara:
👉 não haverá DLC.
O motivo é simples e faz bastante sentido: os fãs querem ver a Parte 3 o mais rápido possível. Em vez de dividir recursos em conteúdos adicionais, a equipe decidiu concentrar todo o esforço no desenvolvimento do jogo final da trilogia.

Decisão estratégica e também comercial
Essa decisão não é apenas criativa, mas também estratégica. Final Fantasy VII Rebirth não teve o mesmo desempenho comercial do primeiro jogo, algo até esperado:
- É uma sequência direta
- Exige conhecimento da Parte 1
- Está em um console com base instalada menor que o PS4
Do ponto de vista empresarial, acelerar o encerramento da trilogia permite que a Square Enix siga para novos projetos mais rentáveis, algo natural para uma empresa desse porte.
A DLC Intermission teve um propósito específico
É importante lembrar que Intermission não foi apenas um conteúdo narrativo extra. Ela funcionou também como:
- Um teste de otimização para o PlayStation 5
- Uma introdução bem amarrada da Yuffie
- Um experimento técnico para a nova geração
Como a Parte 3 não precisa cumprir esse papel — já que não haverá PlayStation 6 tão cedo — não existe a mesma necessidade de uma DLC intermediária.
Airship está confirmada na Parte 3
Outra grande informação confirmada é a presença da airship em Final Fantasy VII Remake Parte 3. E não será algo simples ou “barato”.
A equipe deixou claro que:
- A airship não será apenas fast travel
- Haverá sensação real de voo
- Ela fará parte ativa da jogabilidade
Isso abre espaço para novas mecânicas, possíveis combates aéreos, exploração mais profunda do mundo e até minigames.

Desafio técnico: Unreal Engine 4 ou 5?
Implementar uma airship funcional em um mundo desse tamanho não é simples, ainda mais utilizando a Unreal Engine 4. Há indícios de que a migração para a Unreal Engine 5 pode acontecer, especialmente por tecnologias como:
- Nanite (detalhamento dinâmico)
- Melhor gerenciamento de mundo aberto
- Transições mais suaves entre áreas
Se essa mudança ocorrer, será um grande salto técnico — mas também um desafio enorme de otimização nos consoles.
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Expectativa para o final da trilogia
Tudo indica que a Parte 3 será:
- Mais ambiciosa tecnicamente
- Mais livre em exploração
- O encerramento definitivo dessa releitura ousada
A promessa de airship, somada à experiência acumulada nos dois jogos anteriores, coloca o projeto em um patamar altíssimo de expectativa.
Onde se preparar para jogar Final Fantasy VII
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Um encerramento que promete ser histórico
Final Fantasy VII Remake já entrou para a história dos videogames. Agora, resta saber se a Parte 3 conseguirá fechar essa jornada com o impacto que ela merece — e tudo indica que a Square Enix está fazendo exatamente isso: apostando tudo no final.
